Citas ilícito

Droga. De Wikiquote, la colección libre de citas y frases célebres. esparciendo enfermedades como el sida y acabando con nuestros jóvenes y nuestro futuro”. El Día Internacional de la Lucha contra el uso Indebido y el Tráfico Ilícito de para que los jóvenes conozacan los efectos nocivos del consumo de estupefacientes, Citas. Isaías 1:4 - ¿Ay, nación pecadora, pueblo cargado de iniquidad, generación de malvados, hijos corrompidos! Han abandonado al SEÑOR, han despreciado al Santo de Israel, se han apartado de El. 3.3 Sociedades mercantiles de hecho, irregulares y de objeto ilícito Sociedad de Hecho.- Surge en el acuerdo de dos o más personas, que se obligan a aportar dinero, trabajo u otro tipo de bienes para explotar una actividad comercial, con el ánimo de repartirse entre sí las utilidades y no se constituye con escritura pública, se puede conformar por algún apellido o nombres sin una sigla ... Las investigaciones muestran que el 50% de las personas casadas o en pareja son infieles – pero lo mantienen en secreto.Y al contrario de lo que piensa la sociedad, las mujeres ponen los cuernos tanto como los hombres. El 53% de las mujeres casadas o comprometidas son infieles a su pareja, mientras que el 54% de los hombres casados o comprometidos lo hacen. Fondo Social para la Vivienda lanza nuevo sistema de consulta en línea. Los clientes del FSV podrán programar citas, consultar estados de cuenta, solicitudes, asesorías para crédito y otras opciones. Si usted ya cuenta con una cita y desea imprimir su confirmación o cancelarla, ingrese a continuación su número de folio, serie o placa: ...3.3 Sociedades mercantiles de hecho, irregulares y de objeto ilícito Sociedad de Hecho.- Surge en el acuerdo de dos o más personas, que se obligan a aportar dinero, trabajo u otro tipo de bienes para explotar una actividad comercial, con el ánimo de repartirse entre sí las utilidades y no se constituye con escritura pública, se puede conformar por algún apellido o nombres sin una ... Aqui hay una lista de versiculos y textos biblicos Sobre Sexo. Aqui encontraras pasajes biblicos Sobre Sexo y tambien citas biblicas Sobre Sexo que seran una bendicion. Dios bendiga tu vida con estos textos de la biblia Sobre Sexo Expand your Outlook. We've developed a suite of premium Outlook features for people with advanced email and calendar needs. A Microsoft 365 subscription offers an ad-free interface, custom domains, enhanced security options, the full desktop version of Office, and 1 TB of cloud storage. En archivo 189 frases, aforismos, citas sobre la corrupción Corrupción. La corrupción es una acción deshonesta que destruye la confianza del pueblo en las personas, bancos o políticos. Al escuchar la noticia de que tu banco anda metido en temas de corrupción lo más probable es que cierres tu cuenta y abras otra en otro banco.

Bretas cita suspeita de 'ilícitos em seguidos cargos' para justificar prisão de secretário de Doria

2020.08.07 00:02 williambotter Bretas cita suspeita de 'ilícitos em seguidos cargos' para justificar prisão de secretário de Doria

Bretas cita suspeita de 'ilícitos em seguidos cargos' para justificar prisão de secretário de Doria submitted by williambotter to brasilnoticias [link] [comments]


2019.06.26 15:44 HDfueltech Frase HD Fueltech. Hoy del dramaturgo, E.E. Cummings

Frase HD Fueltech. Hoy del dramaturgo, E.E. Cummings
#BuenMiércoles estimados amigos.

Hoy se celebra el Día Internacional de la Lucha contra el Uso Indebido y el Tráfico Ilícito de Drogas. El tema de este año, "Salud para la justicia, justicia para la salud", gira en torno a la justicia y la salud como dos caras de la misma moneda para abordar los problemas de las drogas. #DíaInternacionalDeLaLuchaContraElUsoIndebidoyelTráficoIlícitodeDrogas.

Compartimos una cita del poeta, pintor, ensayista y dramaturgo estadounidense, E. E. Cummings.

"Se necesita coraje para crecer y convertirse en lo que realmente eres."

#HDfueltech #Frases #Escritos #Quotes #EECummings #Valencia #Venezuela

https://www.instagram.com/hdfueltech/

https://preview.redd.it/75okinu1gp631.png?width=1080&format=png&auto=webp&s=7f5ca2c8dc0348fc460102fadcbc63ec44ad632a
submitted by HDfueltech to Citaseimagenes [link] [comments]


2018.11.18 19:38 ProfessionalToner [OC] O que podemos aprender com a Índia, Austrália e EUA sobre o problema da concentração de Médicos

CUIDADO LÁ VEM TEXTÃO

Bom gente, li alguns textos e artigos sobre esses problemas em outros lugares do mundo e vou retratar minha visão sobre eles pra quem se interessa saber sobre esse problema e as possíveis soluções. (ao invés de ficar xingando bolsonaro ou xingando quem xinga bolsonaro, que não vai nos levar à lugar algum)
Ia postar no erre Brasil mas desisti, prefiro postar OC aqui e ter liberdade pra falar do que quiser sem medo.
Vou falar sobre a Índia, Austrália e EUA. Acho relevante olhar o problema sobre olhos de países geograficamente e financeiramente iguais ao nosso, porque isso influencia no problema.

ÍNDIA: India still struggles with rural doctor shortages 12/12/2015

Background: A Índia apresenta problemas similares ao nosso, possuem muitas escolas médicas que produzem muitos médicos por ano(410 escolas com 50.000 alunos/ano) porém apresenta problemas de distribuição:
8% of 25 300 primary health centres in the country were without a doctor, 38% were without a laboratory technician, and 22% had no pharmacist. Nearly 50% of posts for female health assistants and 61% for male health assistants remain vacant. In community health centres, the shortfall is huge—surgeons (83%), obstetricians and gynaecologists (76%), physicians (83%), and paediatricians (82%). Even in health facilities where doctors, specialists, and paramedic staff have been posted, their availability remains in question because of high rates of absenteeism.
Esses números são das unidades do país, ou seja, como se fosse em hospitais públicos e UBS aqui. Como podemos ver falta tanto médico geral como especialistas, e eles também tem problemas com absenteísmo.
Só uma nota rapidinho: A índia forma ótimos médicos. Muitos médicos de nome que atuam nos EUA vieram da Índia. É muito comum ver indianos atuando nos EUA.
Razões para a Falta de Médicos: O artigo fala básicamente o mesmo problema daqui: Atuar na atenção primária é desmoralizante e a formação médica foca na atenção terciária, logo os estudantes todos acabam invariavelmente aspirando a se tornarem especialistas ao invés de Médicos Generalistas.
“Working in the public health sector is often a demoralising experience for doctors because their professional lives are blighted by lack of professional development opportunities, accountability, and access to even basic medical resources necessary to perform an effective role”,
Soluções criadas por eles:
1) Fizeram muitas coisas que são feitas aqui: Trabalho Rural compulsório na graduação (Aqui nos temos o Internato Rural), Exigência de trabalho no interior para aceitação em cursos de pos-graduação (Isso foi questionado no governo passado mas descartado porque não tínhamos vagas suficientes em residência para fazer isso ficar viável) e incentivo monetário(Não sei se 11.800 seria suficiente, já que não difere muito do salário em capital ou adjacências, ou seja não é "incentivo").
2) Esse daqui é diferente e interessante, porém não existe nada parecido com o Brasil. Foi proposto a criação de um curso intensivo de menor para formar um "Assistente Rural" que seria um profissional com menor treinamento.
Foi controverso, alguns argumentaram que eles não conseguiriam apresentar o mesmo nível de cuidado de um profissional devidamente treinado. Outros argumentam se for bem estruturado, linkando esses profissionais com outros mais habilitados, poderia dar certo.
Contudo, essa solução já foi aplicada desde 2004 em alguns locais, e já temos uma ideia de como elas funcionariam:
“Cadres like RMA are important for strengthening rural service delivery but there are problems. For instance, in Chhattisgarh there is no clear career trajectory for the RMA, which leads to great dissatisfaction among graduates”
Ou seja, apesar de serem efetivos, ele sofrem dos mesmo problemas que os médicos: Não há trajetória de carreira e muitos ficam insatisfeitos com seu trabalho.
Também tem outro profissional semelhante formado por uma Insituição sem fins lucrativos da Índica. O presidente dessa instituição afirma que eles são importantes para formar o elo entre a comunidade e o sistema de saúde, contudo:
“At present, informal providers claim to be doctors and engage in potentially harmful practices which need to be curbed. This can happen by being cognisant of their existence and functions, not by maintaining a strategically ambivalent ostrich-like attitude that the mainstream has for them.”
Tem certos profissionais que estão mentindo serem médicos e praticando atividades ilícitas.
Seria essa uma solução viável para o Brasil? Não sei. Esse problema de profissional mentindo ser médico e praticando atos ilícitos seria muito comum aqui(Só ver quantas pessoas estão fazendo procedimentos estéticos sem terem aval para isso)

AUSTRÁLIA:Encouraging more doctors to go Rural - Australian Medical Association 24/01/2018

Background: 70% dos australianos vivem em grandes cidades. Também possuem concentração de médicos nos grandes centros, com 437:100k, comparado a 264:100k em áreas remotas.
Médicos do interior da Austrália trabalham mais que os médicos de grandes centros e tem média de idade de 55 anos. Dos médicos do interior, 40% são imigrantes.
A Austrália tem bem menos gente que aqui e também tem bem menos gente no interior que aqui, então diria que a situação deles não é tão tensa quanto aqui.(24 milhões de habitantes, com 7 milhões no interior)
Soluções criadas por eles: O texto é sobre um plano da Força Rural da Sociedade Australiana de Medicina. São 5 pontos que deverão ser implementados para aumentar a quantidade de médicos no interior. Aqui algumas palavras do presidente da AMA:
“Australia does not need more medical schools or more medical school places,” he said.
“Workforce projections suggest that Australia is heading for an oversupply of doctors.
“Targeted initiatives to increase the size of the rural medical, nursing, and allied health workforce are what is required.
Situação similar aqui(não diria similar, lá é mais saturado que aqui em termo de número de médicos segundo os números)
Bem, vamos as 5 medidas:
1 Encourage students from rural areas to enrol in medical school, and provide medical students with opportunities for positive and continuing exposure to regional/rural medical training;
Isso daqui eu acho essencial no Brasil. Nós temos que incentivar GENTE DO INTERIOR a fazer faculdade de Medicina.(Como? Bolsa, que tem clausula da pessoa ter que trabalhar no PSF da sua cidade) São eles que tem alguma chance de querer viver lá. Não da pra esperar uma pessoa que viveu em cidade grande a vida toda querer ir para o interior, isso não vai acontecer.
Quanto a "experiências positivas" eu acho importante também, permear a ideia que interior falta tudo,que você vai matar alguém por não ter as coisas e por estar sozinho repele muita gente.
Pra você ter ideia aqui no Brasil quando se fala em Internato Rural o pessoal fala "tem que aprender a resolver tudo na marra" "Consertar prolapso retal com fita adesiva" ou "vai aparecer uma mulher parindo e você vai ter que fazer o parto no meio do posto(Isso antes de você aprender a fazer parto no Internato de GO)"
2 Provide a dedicated and quality training pathway with the right skill mix to ensure doctors are adequately trained to work in rural areas;
Não muito o que comentar, Só firmando a qualidade no ensino para que o profissional possa atuar no meio rural.
3 Provide a rewarding and sustainable work environment with adequate facilities, professional support and education, and flexible work arrangements, including locum relief;
Isso aqui é interessante. Médico Rural na Austrália tem direito de sair da sua cidade para fazer aperfeiçoamentos. Ele é substituido por médico do governo enquanto sai e ainda recebe enquanto está fora. Mais informações
Ou seja, o médico tem qualidade de vida, pode viajar se quiser sem dar ruim, ele tem segurança do Estado que nada vai dar errado.
4 Provide family support that includes spousal opportunities/employment, educational opportunities for children’s education, subsidies for housing/relocation and/or tax relief; and
Olha aí uma coisa ótima a ser feita. Como fica a esposa do médico que tem que ir pro interior? Como fica os filhos que vão ter que ir pro interior? Com fica a casa? Realocação?
O governo Australiano ajuda nisso, acabando com alguns dos problemas de viver no interior. Diminuir impostos também é bom.
Provide financial incentives to ensure competitive remuneration.
Ou seja, eles tem incentivos monetários para tornar a carreira de médico rural tão competitiva quanto o Médico na Cidade. Atualmente, a remuneração do Mais médicos não é tão competitiva assim, sendo que dá pra tirar o mesmo ainda morando em capital.
Comentando algumas frases do Presidente da AMA:
“Rural workforce policy must reflect the evidence. Doctors who come from a rural background, or who spend time training in a rural area, are more likely to take up long-term practice in a rural location,” Dr Gannon said.
O cara está disposto a dar essas vantagens a quem merece: Quem veio de história de interior, quem fez internato no interior, quem se interessa no interior. Ou seja, ele não quer obrigar os médicos a se interessarem, ele quer oferecer vantagens para os que se interessam.
Cita também da importância de incentivar indígenas a fazerem medicina, para que possam trazer ao seu povo saúde.
The work environment for rural doctors presents unique challenges, and Governments must work collaboratively to attract a sustainable health workforce. This includes rural hospitals having modern facilities and equipment that support doctors in providing the best possible care for patients and maintaining their own skills.
Também está interessado em melhorar a estrutura de trabalho do médico, incluindo melhorando a internet para melhorar o trabalho.

EUA: Fixing the medical staff shortage problem in rural areas 20/06/2018

Background: Já sabem a saúde dos EUA né? Aquele negócio lindo. Eles também, pra variar, tem problemas com isso. Estimam que 60m de pessoas estão com problemas relacionados a falta de médicos. Diria que é mais similar ao Brasil do que a Austrália, mas o Sistema de Saúde é bem diferente lá e não sei se dá pra traçar paralelos.
Soluções criadas por eles:
Muito do já falado aqui: Aumentam a aceitação de pessoas que vireram do interior esperando que eles voltem e mais programas durante a graduação de experiência no interior.
Community Apgar Program (CAP), a recruiting structure developed by researchers, educators and clinicians at Boise State University. The CAP identifies strengths and opportunities for improving rural medicine within specific communities, as well as identifying specific challenges that could hinder future growth.
Tem um programa próprio pra ajustar as oportunidades de trabalho rural. Pelo que eu entendi o programa trabalha de forma a entender os problemas da Medicina Rural e traçar estratégias para aumentar o interesse e diminuir os problemas dessa área. Mais informações.
Another solution to the rural healthcare shortage is the use of locum tenens physicians, where medical providers travel to work in underserved areas on temporary assignments. More than 90 percent of hospitals in the U.S. use locum tenens to supplement their full-time staff.
Essa seria outra solução boa: Médicos sobre demanda. O médico é contratado temporariamente para fazer uma missão e voltar. O único problema é que Medicina de Família não é pra ser assim, pouca duração. O profissional tem que ser perene, sua atuação depende de estar familiarizado com a região e os moradores. Colocar médicos por 1 ano ou 2 iria atrapalhar muito isso.

CONCLUSÃO E TLDR

Caralho, não era pra eu ter falado tanta coisa, mas fui no gás. Enfim, o que eu aprendi vendo isso é que existem sim coisas a serem feitas para aumentar o incentivo do Médico ir para o interior, e também aprendi que esse problema existe em todo canto do mundo, não é por causa do Brasil ou porque tem "reserva de médico".
Das medidas, acho que as mais importantes pro sucesso seria a de procurar futuros graduandos de medicina de cidades do interior. Isso poderia ser feito com o ENEM, limitar as universidades públicas a aceitarem parte dos alunos como procedentes de regiões rurais. Isso iria adereçar o principal problema na minha opinião: Médico é gente, ele tem família e amigos, se ele nasceu e viveu no grande centro, não daria pra gente empurrar ele pro interior do Brasil.
Outras eu acho que seria boa seria ver esse negócio do Bolsonaro de "Médico do Estado" e fazer junto a isso uma Equipe pra analisar e manejar os problemas que médicos teriam para aturar no interior(algo parecido com as medidas do governo australiano e do Community Apgar program).
Já essas medidas de telemedicina e de um "Médico Tecnico do Interior" não sei se seria viável. São definitivamente ideais interessantes mas não sei se vai passar pelo CFM.
tl ;dr li 3 artigos sobre médico não querer ir pra roça. copiei e colei um monte de coisa. Pra acabar com o problema tem que colocar menino da roça pra fazer medicina e trabalhar pra fazer com que o trabalho de médico da roça não seja degradante.
Eu deveria estar estudando mas estou escrevendo essa merda.
Até mais, Glória a Deus.
submitted by ProfessionalToner to brasilivre [link] [comments]


2017.06.27 22:40 feedreddit Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot

Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot
by Alline Magalhães via The Intercept
URL: http://ift.tt/2sY5UG6
Desde o início da Operação Lava Jato, nenhuma das denúncias oferecidas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recebeu tanta atenção pública e midiática quanto a peça de 60 páginas em que acusa o atual presidente da República, Michel Temer, de ter praticado o crime de corrupção passiva durante o exercício de seu mandato.
Temer e seus aliados, em grande parte tão enrolados em outras acusações quanto o próprio presidente, reagem desqualificando a denúncia, os argumentos e as evidências apresentadas ao Supremo Tribunal Federal por Janot e sua equipe de procuradores.
A denúncia contra o presidente descreve acontecimentos, diálogos, entregas de maços de dinheiro escondidos em malas, com direito a fotos e áudios de conversas entre o presidente, um dos maiores empresários do país e um deputado federal.
The Intercept Brasil analisou outras quatro denúncias oferecidas nos últimos meses pelo procurador-geral da República contra figuras notórias da política brasileira, também acusadas de corrupção: Aécio Neves, Eduardo Cunha, Lula e Renan Calheiros. Nenhuma delas é tão farta de provas quanto a que Janot agora apresenta contra Michel Temer, escorado em índices cada vez mais ínfimos de popularidade, mas ainda com alguma capacidade de manejar um Congresso cheio de rabos presos.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em abertura de seminário sobre combate à corrupção, em Brasília.
Foto: AFP/Getty Images
Em resumo, o que Janot afirma é que Michel Temer recebeu meio milhão de reais, por meio de Rodrigo Rocha Loures, seu homem de confiança e indicado dessa maneira diretamente pelo presidente a um empresário que buscava ajudas do governo, numa reunião secreta, tarde da noite, em sua residência oficial de mandatário do país.
O dinheiro, afirma a denúncia, “foi viabilizado e repassado, após aceitação, pelo próprio Rodrigo Loures, com vontade livre e consciente, unidade de desígnios e comunhão de ações com Michel Temer, de uma oferta de valores que poderiam chegar ao patamar de R$ 38 milhões ao longo de aproximadamente 9 (nove) meses, [conforme] prometido por Joesley Batista, por intermédio de Ricardo Saud”.
O ponto central de defesa de Temer é que o dinheiro recebido por Loures, de fato, nunca chegou às mãos de Temer e que, portanto, Janot se apoia em “ilações” para fazer essa associação direta.
A denúncia, entretanto, mostra, com base em diferentes gravações, que Loures sempre atuou com respaldo direto de Temer e com a ciência do presidente de que atos ilícitos estavam sendo praticados, a partir do momento em que houve acerto de pagamentos de um percentual sobre valores que a JBS passaria a faturar mediante ações que a administração Temer poderia tomar. Janot argumenta que Rodrigo Rocha Loures, então assessor especial de Temer, não tinha poderes para resolver a questão sozinho e nem poderia lidar com valores tão altos sem que houvesse um aval do presidente.

Renan

O caso do senador Renan Calheiros, um veterano na arte de habitar o imaginário popular da corrupção, é emblemático das diferenças. Na Lava Jato, o senador é alvo de oito inquéritos diferentes sobre supostas práticas do crime. Até aqui, Rodrigo Janot somente conseguiu finalizar uma denúncia contra ele. Nela, o procurador-geral acusa o peemedebista de receber R$ 800 mil da empreiteira Serveng, em 2010, como contrapartida a um contrato bilionário que a empresa conseguiu com a Petrobras para a construção de uma refinaria de petróleo no Maranhão.
Aqui, Janot também constrói sua denúncia com base na associação entre Renan e um emissário – no caso, o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE). A denúncia parte de declarações dadas em acordo de delação premiada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Segundo Costa, ele participou de reuniões chamadas por Aníbal na casa de Renan ou no gabinete do senador no Congresso, o que levou o então diretor “a confirmar que Aníbal era emissário de Renan, agindo e atuando em comunhão de desígnios em benefício desse último”. Mas não há qualquer evidência do teor do que foi discutido nessas reuniões.
A denúncia parte de declarações dadas em acordo de delação premiada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.Outro detalhe é que os R$ 800 mil de que Renan teria sido beneficiário foram pagos por meio de doação oficial de campanha em uma conta formal do PMDB, registrada no TSE. Embora a Procuradoria esteja adotando em diversos casos o entendimento de que existe corrupção mesmo quando a doação é oficial, mas está atrelada a uma contrapartida do agente público no governo ou no Congresso, é uma base muito mais frágil do que o caso Temer, em que os R$ 500 mil entregues a Rodrigo Rocha Loures não tinham nenhuma relação com contexto eleitoral.
Senador Renan Calheiros durante sessão no Senado.
Foto: AFP/Getty Images
Não há gravação de conversas. A PGR se apoia em uma sequência de datas que evidenciam que a empreiteira Serveng somente conseguiu o contrato depois de doar para a campanha de Renan. “A assinatura da primeira autorização de serviço e a primeira doação da Serveng ao Diretório Nacional do PMDB serem no mesmo dia corroboram todo o esquema criminoso, deixando de ser mera coincidência de datas”, escreveu Janot no caso Renan.
Outro dado usado pela Procuradoria para reforçar a acusação contra Renan é que a empreiteira somente conseguiu o contrato porque foi convidada a disputar a licitação. E, para que o convite pudesse ser realizado, uma mudança cadastral tinha de ser feita para que a empresa aparecesse num nível melhor de qualificação. Essa mudança, segundo as investigações, aconteceu dentro de um intervalo de 50 dias entre duas visitas de Aníbal Gomes a Paulo Roberto Costa, na Petrobras. Renan não participou dessas reuniões citadas pela Procuradoria-Geral da República.

Cunha

A situação de Renan, no entanto, é bem diferente da que envolve Eduardo Cunha na primeira de três denúncias oferecidas por Janot contra ele, quando ele ainda era deputado e tinha o direito a foro privilegiado. Ainda assim, o caso Cunha também não possui tantas evidências como no caso Temer, embora o envolvimento direto do ex-deputado esteja mais bem demonstrado.
No episódio específico denunciado pela PGR, Cunha, hoje um dos recordistas de crimes de colarinho branco no país, foi denunciado por corrupção passiva (2 vezes) e lavagem de dinheiro (60 vezes). No período compreendido entre junho de 2006 e outubro de 2012, o então deputado foi acusado de solicitar e receber propina em razão da contratação pela Petrobras de dois navios-sonda para perfuração de águas profundas na África e no Golfo do México.
Janot acusou Eduardo Cunha e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de negociarem uma propina US$ 40 milhões em troca de vantagens contratuais.Janot acusou Eduardo Cunha e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de negociarem, por meio dos lobistas Fernando Baiano e Julio Camargo, uma propina US$ 40 milhões em troca de vantagens contratuais. Cunha ficou com US$ 5 milhões do total, segundo a denúncia.
Esse documento, com mais de 80 páginas, é amparado em evidências mais técnicas, que fogem à simples declaração dos envolvidos. Com análise de metadados de sistemas internos da Câmara, por exemplo, a Polícia Federal descobriu que Eduardo Cunha usou uma colega deputada para apresentar requerimentos oficiais de forma a pressionar, de forma velada, as empresas beneficiárias do contrato para que pagassem o suborno combinado.
Então deputado e presidente da Câmara Eduardo Cunha.
Foto: Evaristo Sá/AFP/Getty Images
A PF obteve ainda provas cabais de que Eduardo Cunha se encontrou pessoalmente com Julio Camargo no Rio de Janeiro, com base em dados de torres de telefonia celular e tickets de estacionamentos. A denúncia também usa 14 depoimentos colhidos, incluindo três delações premiadas, para reforçar a acusação. Há ainda extratos de transferências bancárias envolvendo os lobistas e o doleiro Alberto Youssef – mas não há nesse caso nenhuma conta bancária associada diretamente a Cunha. A parte do peemedebista no rateio da propina foi entregue em mãos, via Fernando Baiano. O caso Cunha teve até doação para igreja evangélica no Rio, frequentada pelo ex-deputado. O pagamento foi feito por Julio Camargo, embora ele mesmo nunca tenha pisado no templo. Mas, também no caso Cunha, não há nenhuma gravação no arsenal de provas da PGR.

Aécio

Um caso em que Rodrigo Janot contou com gravações foi o de Aécio Neves, que tem pedido de prisão pendente de análise pelo Supremo Tribunal Federal. O senador afastado é acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça. A denúncia parte de dois elementos: a delação de Joesley Batista, com quem mantinha uma relação de proximidade, e monitoramentos telefônicos feitos com autorização da Justiça.
Mas o principal elemento foi o repasse de R$ 2 milhões em propina da JBS a um primo de Aécio, monitorado por agentes da PF em São Paulo e Minas Gerais. A evidência é tão forte que Aécio sequer nega que houve a entrega do e que os maços de dinheiro eram para ele. O argumento de Aécio é que o dinheiro era parte da suposta venda de um apartamento, e que o dinheiro “antecipado” era para custear a defesa do senador nos outros inquéritos nos quais é investigado na Lava Jato.
O principal elemento foi o repasse de R$ 2 milhões em propina da JBS a um primo de Aécio.O documento de 80 páginas, contudo, expõe vários pedidos de dinheiro de Aécio a Joesley, sem relação com venda de imóvel. Janot cita como uma das contrapartidas a liberação de créditos de R$ 12,6 milhões de ICMS para a JBS Couros e dos créditos de R$ 11,5 milhões de ICMS da empresa Da Grança, adquirida pela JBS na compra da Seara. Em troca, Joesley teria fornecido R$ 60 milhões para empresas indicadas pelo político na campanha de 2014 e outros R$ 17 milhões após a eleição.
Aécio Neves durante o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff no Senado, em agosto de 2016.
Foto: Andressa Anholete/AFP/Getty Images
No monitoramento telefônico, Aécio ainda aparece em conversas com o ministro do STF Gilmar Mendes, com o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, e outras figuras da cena do poder em Brasília. Com base nessas conversas, a PGR também acusa o senador afastado de atuar para tentar bloquear as investigações contra ele. Aécio teria, segundo apontam os elementos colhidos na investigação, tentado influenciar a escolha de delegados da PF para assumir inquéritos da Lava Jato, em especial o inquérito aberto em abril deste ano, após delações da Odebrecht, que o investiga por suposta fraude e recebimento de propina nas obras da Cidade Administrativa, quando Aécio era governador de Minas Gerais. Como Temer, Aécio encontra-se reservadamente com Joesley, num quarto de hotel em São Paulo. Na gravação, Aécio pede R$ 2 milhões e indica um emissário de confiança, o primo Frederico Pacheco de Medeiros. O dinheiro não chega efetivamente às mãos de Aécio Neves, já que a operação contra ele estourou antes que isso pudesse acontecer. No caso Temer, ocorre o mesmo. O dinheiro chega ao emissário de Temer, mas a entrega final ao presidente ou a alguma outra pessoa de confiança do presidente não chega a acontecer.

Lula

[
Lula da Silva, who faces allegations of involvement in the Odebratch scandal, had his graft probe testimony postponed to May 10. / AFP PHOTO / EVARISTO SA (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)">](http://ift.tt/2rZ5oWQ)Ex-presidente Lula durante seminário promovido pelo PT em Brasília, em abril.
Foto: Evaristo Sa/AFP/Getty Images
Há ainda uma denúncia oferecida por Rodrigo Janot contra o ex-presidente Lula. A maioria dos casos envolvendo o petista é denunciada pela Procuradoria da República nos Estados ou pelo Ministério Público Estadual, já que, desde 2011, Lula não tem mais foro privilegiado. No caso que acabou sendo denunciado por Janot, Lula é acusado de atuar para comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras. Na verdade, o que Janot faz é um adendo a uma denúncia oferecida cinco meses antes contra o ex-senador Delcídio do Amaral, Cerveró e outros envolvidos. A inclusão de Lula no caso se dá a partir de declarações dadas em delação premiada por Delcídio, ex-aliado do petista. Há também registros de encontros entre Delcídio e Lula, mas sem o teor das conversas, em datas que coincidiam com o período em que Delcídio atuava, supostamente sob a orientação do ex-presidente, para tentar silenciar Cerveró e, com isso, proteger o empresário José Carlos Bumlai.
Colaboração: Luiz Leite
The post Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot appeared first on The Intercept.
submitted by feedreddit to arableaks [link] [comments]


2017.03.25 22:52 Espartaco17 El periodismo basura explota las bajas pasiones que provoca el terrorismo.

Si yo te entrevisto en un programa de radio y lo primero que te pregunto es :"¿es usted partidario de la paz, la felicidad , la dignidad y la libertad de las personas? ¿honra usted el valor infinito del alma humana, irrepetible y singular?", al dar sentido a tales preguntas estoy presuponiendo, maliciosamente que es dudoso que el interlocutor tenga ideas respetables y decentes, y por eso conmino a que me lo aclare.Al mismo tiempo, lo que pretendo con ese malvado preguntar es crear ad hoc y arbitrariamente la misma insidiosa duda en el público oyente, y ,ojo, no se basa tal duda en ningún hecho objetivo sino en mis malas artes de inquisidor y preguntador.Mi guía no es la verdad, sino fabricar una imagen infamante y denigrante contra mi entrevistado.No actúo como mediador neutral entre el pensamiento político de un personaje de relevancia pública y los oyentes, sino como un adoctrinador que crea marcos que impongan lo que debe pensarse y creerse.
Si la pregunta la modulamos así:"¿es usted equidistante entre los agresores y las víctimas?", equivale a insinuar que no está claro que el entrevistado reconozca las distinciones que el derecho penal elabora entre culpables e inocentes, entre quienes están fuera de la ley y dentro de ella, entre verdugos y víctimas;por tanto que no está claro que el entrevistado respete y acate el derecho penal en sus principios básicos; por tanto, que el entrevistado está en posición de rebeldía contra el Código penal, y, a su través, contra el ordenamiento jurídico in toto, que organiza nuestra convivencia.Si no distingue entre el afuera y el adentro de la ley será porque está él mismo afuera, y es reo de inmediato y debido encarcelamiento.Así preguntas como esta, supuestamente "profesionales" son de raíz un insulto infamante, degradan la figura del periodista entrevistador al rango de un vulgar sicario de los enemigos políticos del personaje entrevistado.
Pronto el entrevistado intenta su argumento básico,a saber, que la graduación de las penas según la proporcionalidad que los delitos causan al depósito de salud pública , es la principal conquista ilustrada frente ala barbarie de las penas degradantes e infamantes del Antiguo Régimen, donde el rigor del castigo era inversamente proporcional al monto del victimario en la escala de rangos estamentales del orden social feudal.No habia delitos con penas estabuladas objetivas, sino perfiles personales más o menos criminógenos según su posición en la jerarquía social.Cuando los hechos propios de una trifulca de bar,puramente privada, donde unos sujetos llegan alas manos, y propinan y reciben golpes, se pretenden absurdamente subsumir en un tipo penal de la máxima gravedad, cual es el delito de sangre cometido por banda armada terrorista, pues entonces estamos regresando ala barbarie y la brutalidad de épocas pasadas y tenebrosas.En los hechos aludidos no hay planificación alguna. fue un conflicto sobrevenido y espontáneo entre sujetos alcoholizados a altas horas de madrugada, no hay pertenencia a banda armada, ni estrategia de la tensión ejecutada a lo largo del tiempo en una multiplicidad de atentados previos, ni uso de armas o explosivos con la intencionalidad explícita de causar el máximo daño personal en los agentes, como la muerte o la grave mutilación e incapacidad, para servir ala coacción de todo un grupo humano, infundiéndole miedo a una permanente agresión similar y amenazante.Nada de eso hay en los hechos, ni finalidad global subversiva del sistema político ni de la integración territorial.nada de nada de lo que se necesita para respetar la naturaleza del tipo penal esgrimido, se impone una interpretación retorcida de los hechos para encajarlos en un tipo penal traído por los pelos.
Para establecer esto no se precisa conocer al dedillo ningún auto escrito, basta con saber el principio de proporcionalidad, una descripción somera de los hechos y la descripción del tipo penal, además de la natural capacidad de raciocinio para relacionar todos esos elementos.Hace poco otro juez de la Audiencia nacional envió a prisión a unos titiriteros bajo la imputación de un delito de apología del terrorismo, con el peregrino argumento, absolutamente loco y desquiciado, de que una cita de un eslogan proetarra en el contexto de una obra de ficción equivalía a una seria proclama de ideas propias y reales de los autores.Eso sería como imputar la ideología nazi de un personaje de película al actor que lo interpretas, al guionista o al director.Este despropósito no tuvo ningún recorrido jurídico, pero sirvió durante semanas para que los autores sufriesen un linchamiento criminalizador continuo a cargo de la prensa canalla, con el mayor desprecio por la verdad, ignorando la inocencia de los acusados, usando el caso contra el Ayuntamiento de Madrid y contra todo Podemos,y sin que jamás rectificasen sus mentiras, incluso cuando toda la patraña se desmoronó en el plano jurídico.Pues bien, en todo momento podía verse con claridad que la decisión de ese juez era una completa aberración, bastaba el sentido común y el conocimiento mínimo de los hechos para dictaminar como imposible subsumirlos en el tipo delictivo, eso cualquiera podía verlo, y ya podía el juez cantar el porompompero en el auto que no había nada, ni en el cielo ni en la tierra que pudiese cohonestar el tipo penal con los hechos.La cosa era tan flagrante y escandalosa que muchos no pueden dejar de creer en un comportamiento judicial prevaricador, ya que no era verosímil que el juez no se diera cuenta de nada. Pues bien, algo parecido ocurre ahora, es tan torticera la interpretación de una pelea de bar como un acto de terrorismo, a cargo de chavales que además no tienen ningún antecedente penal, que ningún detalle que contenga el auto judicial de la Audiencia puede cambiar racionalmente la calificación de los hechos y la jurisdicción del proceso, que debe ser el Juzgado natural correspondiente al lugar de los hechos, no la Audiencia nacional.Ni quién inició la pelea, ni cómo fue su dinámica de incorporación progresiva de más partícipes a su número inicial, ni cuál es el patrón de distribución de lesiones, teniendo en cuenta que nadie usó armas ni tuvo ventaja desproporcionada, estando todo el mundo en condiciones de pegar o ser golpeado por puños desnudos, nada de nada en ese auto puede tener la virtud alquímica de transmutar una agresión en atentado terrorista.Estos jueces, una vez más Se han equivocado, y con su torpeza sirven ,objetivamente, aunque no lo adviertan,a la estratagema repugnante del PP para escapar al merecido castigo electoral de su corrupción e incompetencia generalizadas, que tanto daño está haciendo a este país, que consiste en inventarse una delirante perpetuación del terrorismo en España,por un lado boicoteando el desarme etarra, con la tentación de menospreciarlo y negarse a la verificación, para después poder decir que el desarme no se ha producido y ETA sigue siendo un amenaza agazapada;por otro lado, llenando la Audiencia Nacional de juicios contra peligrosos tuiteros contadores de chistes contra tiranos;ahora con este grotesco montaje policial-judicial que tiene la desfachatez de reemplazar la gravedad asesina de ETA por un asociación cultural civil comprometida , entre otros,con el proyecto de sustituir al completo las fuerzas de la policía nacional por una policía foral navarra ,siguiendo métodos pacíficos y puramente políticos.Este es un proyecto legítimo y no carga a nadie con la predisposición sospechosa ala violencia(¿no se decía que cualquier objetivo puede perseguirse pacíficamente en democracia?).Pues ahora resulta que ser miembro de esa asociación vale per se para mudar la mera agresión en terrorismo, pero eso sólo es válido si ya estamos presuponiendo el caracter terrorista de esa Asociación, pero esto es circular porque la única prueba de tal cosa es el episodio único aislado de la pelea en el bar, que no cuenta con ningún antecedente a cargo de otros miembros de la asociación.o sea que la pelea fue terrorismo porque los acusados están asociados, pero esa asociación sólo es terrorista porque sus miembros aquí se pelearon.y esta Asociación tiene el proyecto malévolo terrorista de forzar la expulsión de la Guardia Civil de Navarra, pero sin usar ni armas ni explosivos ni mutilaciones ni asesinatos, dirigidos contra víctimas sin posibilidad de defenderse, sino empleando a chavales en hordas que vayan de madrugada a los bares a zurrarse con los puños desnudos con los agentes, mientras están de copas.Nunca , en ningún tiempo ha habido organizaciones terroristas, que renuncien alas armas, y todo lo hagan con peleas cuerpo a cuerpo, y además usen a jóvenes sin antecedentes, y además ya estén consolidadas como organización con un episodio único de pelea de bar sin ningún otro caso similar.La Audiencia Nacional se ha cubierto de gloria, y pretenden que esta patraña insultante nos la tomemos con la máxima seriedad, so pena de acusarnos de amparar la violencia, cuando son ellos los que amparan la injusticia, la falsedad y el uso abusivo y degenerado del derecho, que de paso sirve para crear un clima artificial de crispación social e histerismo, en que todos los gatos son pardos y cualquier adversario político pueda ser atacado con la acusación de practicar distintos grados de laxitud y complicidad con los inexistentes terroristas, La verdad es que tienen ingenio:ya no te incriminan con conexiones ficticias con el terrorismo real, ahora tambíén el terrorismo con que te conectan es puramente inventado por ellos, y les importa un bledo(se la bufa) llevarse por delante a inocentes(al menos del delito más grave) y la integridad de la justicia, que,habiendo sido corrompida es ya inútil para su función de equiibrio, compensación y cohesión social.
para acabar, un truco burdo más de nuestro periodista, cuando el entrevistado dirige la atención del público hacia la bolita importante,la proporcionalidad penal, resulta que el entrevistador se esfuerza en que nos fijemos en algo irrelevante:que el invitado parece no saber que ya no hay falta penal de lesiones, el nuevo Código la ha convertido en ilícito administrativo, punible con una multa decidida arbitrariamente por la policía.Esto no es un progreso filantrópico impulsado por el PP, bajando la carga represiva penal, simplemente en la mayoría de las acusaciones policiales sobre agresiones leves, los jueces fallaban a favor de los acusados, al quedar asimiladas a faltas administrativas, el Ejecutivo arrebata el control decisorio a los jueces, y todas esas infracciones pueden castigarse arbitrariamente con las multas que les de la gana, y sólo recurribles en el engorrosísimo Contencioso-Administrativo, que rara vez gana el ciudadano completamente desprotegido. pues bien, lo importante es que debe haber una gradualidad de la pena según la proporcionalidad con la gravedad también graduada del delito, según criterios objetivos, y no la sentimentalidad infinitamente variable de las ofensas.El entrevistado dio un ejemplo de esa gradualidad con una fórmula lingüística concreta que distinguía entre falta y delito de lesiones, correspondientes a dos grados de gravedad de un agresión,Del mismo modo que no se confunde una agresión leve con otra grave,y no pueden castigarse igual ,tampoco, de ningún modo pueden amalgamarse un delito de agresión con otro de terrorismo y castigarse igual.Entonces el entrevistador, dándoselas de gran experto jurídico, y creyendo pillar al entrevistado en un error de ignorancia, que podía usar para desprestigiarlo, insiste en la terminología ,ya no vigente ,de la falta penal de las lesiones; desde luego ya no produce efectos prácticos la falta penal de lesiones, pero a efectos pedagógico teóricos de explicación de la importante noción de proporcionalidad entre penas y delitos, el meollo de la crítica a la asimilación de delitos de desigual gravedad, como agresión y terrorismo, a estos efectos sirve tan bien como antes.El periodista ignorante no sabe distinguir entre los planos práctico de un operador jurídico profesional(y aquí yendo a juicio ignorando tales cosas, si que estaría haciendo algo grave) y el de un político-legislador, que se mueve en un plano diferente, generalista, de los grandes principios ideológicos que inspiran la política jurídica, y aquí no se tiene la obligación de saber tales detalles, para eso están los consejeros, asesores y especialistas, amén del propio Código penal, que si se pone por escrito y se recopila en un librito es para no tener que sabérselo de memoria y poder consultarlo cuando haga falta, Pero es que aparte de no haber obligación de saberlo, tampoco es relevante para lo que se discute, y es que un delito grave de agresión no puede confundirse nunca con uno de terrorismo; que no haya en el nuevo Código falta penal por lesiones, no cambia lo anterior en lo más mínimo.El periodista, pasando por ser gran experto, actuó como el tonto que mira al dedo cuando el dedo señala la luna, aparte de un trilero que crea una maniobra de distracción para que el cliente no se fije dónde está la bolita(el principio de proporcionalidad) y sí lo haga en aquello que le engaña(la no vigencia práctica de la falta penal de lesión, para agresiones ínfimas y muy leves, que parece indicar una ignorancia reprobable del entrevistado, pero que no se cita para resolver prácticamente un caso judicial real, sino sólo como ejemplo de la noción de proporcionalidad, para lo que sí sirve a las mil maravillas.Después de todo lo dicho, os dejo a vosotros el juicio sobre la salud deontológica del periodismo e España y el epíteto y respeto que se merece este llamado periodista ay gran comunicador.Salud y firmeza.
submitted by Espartaco17 to podemos [link] [comments]


2016.09.24 18:37 Paralelo30 O maluco solitário e o Ministério Público (Sobre Deltan Dallagnol) - Maria Cristina Fernandes (Valor, 23/09)

Derek Sivers é um músico californiano de 47 anos radicado em Cingapura. Fez fortuna com uma empresa de transação on-line de CDs que depois se tornaria uma das maiores vendedoras de música independente do mundo. Em 1º de abril de 2010, a plataforma digital de palestras TED colocou no ar um vídeo de três minutos intitulado "Como Iniciar um Movimento". Nele, Sivers mostra um rapaz de dorso nu dançando freneticamente numa montanha. Uma pessoa se levanta e passa a imitá-lo. Logo todos os jovens que o assistiam se levantam e passam a fazer o mesmo. "É o seguidor que transforma o solitário em um líder. É preciso ter coragem e não ter medo de ser ridicularizado", diz Sivers.
O vídeo teve 5,6 milhões de visualizações. Uma delas partiu de Deltan Martinazzo Dallagnol, que resolveu incorporá-lo às palestras que promove em defesa das dez medidas anticorrupção. Em fevereiro deste ano, num encontro com lideranças reunidas pela Primeira Igreja Batista de Curitiba, o procurador do Ministério Público Federal exibiu o vídeo. Ao final, dirigiu-se à sua plateia com a recomendação: "Quando encontrar um maluco solitário com uma boa causa tenha a coragem de segui-lo".
O procurador de 36 anos foi, na semana passada, a estrela da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O terno azul-escuro, os óculos de aros pretos, a dicção que não deixa escapar uma única sílaba e o uso preciso do subjuntivo não sugerem disfunção psíquica.
A presença de todos os 12 procuradores que, sob sua coordenação, compõem a força-tarefa da Lava-Jato e a anuência do juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, também não autorizam a interpretação de que esteja sozinho. Durante a apresentação da denúncia, no entanto, o procurador abusou dos recursos que lançou mão para criar o movimento das dez medidas anticorrupção.
A apresentação de 1h04 foi pautada pela mesma oratória usada por Dallagnol nas mais de 150 palestras que já fez país afora desde o lançamento da campanha pela subscrição e aprovação das medidas que empoderam o Ministério Público no combate à corrupção. A retórica da persuasão do procurador parte da repetição de construções de fácil compreensão. A mais recorrente, na apresentação da denúncia foi a de que o país estava diante de uma "propinocracia, governo gerido pela propina" que, segundo o procurador, tem uma dimensão "gigantesca, maior do que muito grande".
Seu uso como arma de retórica fica evidente na comparação entre a fala e a denúncia impressa. A construção aparece 12 vezes na apresentação do procurador, mas não está registrada na acusação levada a Moro.
A retórica de Dallagnol ainda lança mão de figuras de linguagem para nominar o ex-presidente que não foram incorporadas ao texto impresso. O procurador referiu-se a Lula dez vezes como comandante de esquema criminoso, sempre acompanhado dos adjetivos "máximo", "real", "supremo". A ocorrência do termo "comandante" no documento, além de reduzida à metade, nunca é adjetivada.
Dallagnol ainda chama Lula de "maestro" e "general". Nenhuma das denominações aparece na denúncia formal. Nela, o ex-presidente surge com mais frequência como "chefe do Poder Executivo" ou "ocupante do cargo público mais elevado".
A descrição da organização criminosa no documento, que ocupa mais da metade de suas 149 páginas, é tão farta quanto na apresentação. A acusação não está no escopo das atribuições da força-tarefa, mas, sim, da Procuradoria-Geral da República, em Brasília. Sob a alçada de Curitiba estão o crime de corrupção e lavagem de dinheiro. Procuradores em Brasília avaliam que os 13 procuradores da força-tarefa poderiam ter cumprido melhor sua tarefa se tivessem se limitado aos crimes atinentes. A inclusão do crime organizado no documento e, principalmente, na fala do procurador, no entanto, compõe a narrativa do movimento do qual o procurador natural da Lava-Jato é o principal porta-voz: o projeto, em tramitação no Congresso, das dez medidas anticorrupção.
O foco na organização criminosa é sustentado pelas construções da persuasiva retórica do procurador. Dallagnol sustentou em sua fala que o ex-presidente era comandante de uma organização destinada a prover "governabilidade corrompida, perpetuação criminosa no poder e enriquecimento ilícito". Os três objetivos com os quais Lula teria assumido a Presidência da República foram repetidos nove vezes pelo procurador.
As manifestações dos integrantes do Ministério Público não estão submetidas ao mesmo cerceamento imposto a juízes, cumprido com habilidade por Sérgio Moro, que se vale dos autos e dos offs, mas não concede entrevistas. Sem o mesmo freio, o procurador não apenas tem farta presença no noticiário como é ativo usuário das redes sociais.
Nascido em Pato Branco, skatista e surfista na juventude, Dallagnol é filho de um promotor de Justiça. Entrou no Ministério Público aos 22 anos. No Twitter, apresenta-se como "seguidor de Jesus, marido e pai apaixonado, procurador da República por vocação (hoje coordenando o MPF na #LavaJato em Curitiba) e mestre em direito por Harvard".
Nos últimos dois meses, Luís Roberto Barroso (STF) e Laurita Vaz (STJ) são os únicos ministros de tribunais superiores citados nos tuítes do procurador. Barroso, pela defesa do MP quando a instituição foi atacada pelo colega de tribunal, Gilmar Mendes, e Laurita, pela frase: "A corrupção tira comida dos pratos das famílias e crianças dos bancos das escolas". Em suas postagens no Facebook, inclui mais um ministro. Quando Luiz Fachin foi indicado para o Supremo, Dallagnol compartilhou um perfil simpático ao ex-professor da Universidade Federal do Paraná, onde graduou-se.
A mulher do procurador, a farmacêutica Fernanda Dallagnol, usa sua página para compartilhar entrevistas, artigos do marido e vídeo da musa da Lava-Jato, a jornalista Joice Hasselman, além de curtir postagens do marido sobre cuidados com crianças. O casal tem dois filhos pequenos. Em entrevistas e palestras, Dallagnol não se furta a comentar sobre a privação de convivência maior com as crianças como preço a pagar pela missão na Lava-Jato.
Os tão criticados slides em powerpoint da denúncia contra Lula são muito pouco criativos quando comparados às ilustrações das palestras do procurador. Naquela dirigida a lideranças da Igreja Batista em Curitiba, depois de mostrar foto em que aparece adolescente de cabelos encaracolados "vocacionado na busca da justiça", Dallagnol exibe slide em que um par de sapatinhos de bebê aparece sobre a barriga de uma grávida. Dizia assim que a Lava-Jato havia chegado em sua vida junto com o primeiro filho.
Com um raro domínio de cena, o procurador busca empatia com humor. Diz, por exemplo, que a Lava-Jato tem tantas fases quanto o "Candy Crush Saga", sucesso do mercado de jogos eletrônicos. Em entrevista a Jô Soares chegou a relatar o dia em que pensou ter mandado mensagem de WhatsApp para seu médico, Paulo Roberto Costa Claro, descrevendo sintomas de uma infecção intestinal. Só se deu conta do engano ao receber resposta educada de seu investigado, o homônimo ex-diretor da Petrobras, que lamentava não ter formação em medicina para ajudá-lo. "Ainda bem que não mandei foto", acrescentou, arrancando risos.
Tem abordagens específicas para cada palestra, mas sempre lança mão de pelo menos três máximas - "Precisamos deixar de ser vítimas do passado para sermos senhores do nosso destino", "a saída para o Brasil não é aeroporto", "a corrupção não é um problema do partido A ou do partido B" - e arruma um jeito de encaixar uma citação de Martin Luther King. Tem uma coleção de frases do líder negro americano, sempre lembrado como pastor batista, que remetem à realização de sonhos por quem os persegue.
Depois que a plateia, com humor e emoção, está em suas mãos, Dallagnol passa à fase mais substantiva de suas intervenções. O coordenador da Lava-Jato tem uma interpretação culturalista da história. Acha que foi a colonização portuguesa quem legou a corrupção à terra natal. "Quem veio de Portugal para o Brasil foram degredados, criminosos. Quem foi para os Estados Unidos foram pessoas religiosas, cristãs, que buscavam realizar seus sonhos, era um outro perfil de colono".
O espírito cristão dos colonizadores americanos não os impediu de dizimar a população nativa, colecionar genocídios em sua política externa e conviver com o pesadelo de uma Casa Branca ocupada por Donald Trump. Mas o ex-estudante de Harvard só trouxe admiração pelas instituições americanas. O mesmo fascínio alimenta em muitos de seus compatriotas a ilusão de que o Brasil seria uma grande Amsterdã se os holandeses não tivessem sido expulsos. Não cogitam o Brasil como uma versão ampliada da África do Sul.
O coordenador da Lava-Jato, em sua pregação anticorrupção, trata de tranquilizar suas plateias de que a saída não passa por engajamento partidário, mas pela cidadania a ser exercida com a adesão às dez medidas. Cita investimentos em saúde e educação que poderiam ser feitos sem o dreno da corrupção e mostra slide de uma família emagrecida sentada à mesa vazia. A imagem se assemelha àquelas que o PT, sigla a que sempre se refere por extenso, exibiu na propaganda eleitoral em 2014.
Num esforço de quem parece buscar a linguagem de seus interlocutores, Dallagnol ilustra a janela histórica de mudança que se abre no país. "Quando você vai a Miami ou ao Paraguai pensa: não gastaria isso que estou gastando, mas é uma questão de oportunidade. Pois hoje vivemos esta oportunidade. Podemos contar com você?". Pede que levante as mãos quem o apoia. Nem precisou dançar freneticamente. Saca o celular e faz a foto do mar de mãos que surgem à sua frente. Maria Cristina Fernandes, jornalista do Valor, escreve neste espaço quinzenalmente
submitted by Paralelo30 to BrasildoB [link] [comments]


2015.06.27 16:51 qryq Por qué Grecia no debe pagar la deuda. Expertos del comité de la Verdad sobre la Deuda Pública en Grecia explican algunas de las conclusiones preliminares.

El miércoles y el jueves de la pasada semana la asamblea Nacional de Grecia acogió la presentación de las conclusiones preliminares del Comité de la Verdad de la Deuda Pública. Este grupo de trabajo se estableció el 4 de abril de 2015, a partir de la decisión de la presidenta del Parlamento, Zoe Konstantopoulou, quien confió la coordinación científica de este trabajo al historiador Eric Toussaint y la cooperación del Parlamento Europeo y otros parlamentos e instituciones internacionales a la europarlamentaria Sofia Sakorafa.
La publicación de este informe (se puede leer el original -en inglés- [1], o esta nota de prensa en castellano [2]) ha llevado a la publicación de algunas crónicas donde apenas se esbozan las líneas generales de sus conclusiones, en línea con lo expresado por Konstantopoulou, que <>, y por tanto reclamar su eventual impago.
Sin embargo, en el proceso de acumulación de la deuda existen además errores de forma y violaciones legales que no pueden ser subsanadas ni obviadas, algunas de las cuales fueron expresadas al término de ambas jornadas, por algunos de los integrantes del Comité. Un equipo compuesto por 30 expertos, griegos y extranjeros a partes iguales, que continuarán su tarea hasta el mes de diciembre.
Leonidas Vatikiotis, economista y profesor universitario, se ha encargado de la deuda griega desde 1980 hasta la aparición de la Troika (Comisión Europea, Banco Central Europeo y el Fondo Monetario Internacional), en 2010. Entre sus conclusiones cita que <>
Vatikiotis considera que <>. Y advierte al resto de países europeos que <>
María Lucía Fattorelli, exauditora del erario Federal de Brasil y fundadora del movimiento "Auditoría Ciudadana de la Deuda", en su país, ha investigado para el Comité el contenido de los acuerdos bilaterales y con las instituciones financieras firmados por Grecia desde 2010, y denuncia las numerosas irregularidades contables y legales llevadas a cabo por las instituciones europeas, con el fin de endosar al Estado griego los activos tóxicos de la banca privada.
<>, señala. Tanto el FMI como la Comisión Europea crearon empresas pantalla de carácter privado en paraísos fiscales <>
En opinión de Fattorelli, <>
Sergi Cutillas, integrante de la Plataforma Auditoría Ciudadana de la Deuda, ahonda en esa línea al asegurar que <> Porque, además, no había duda sobre cuál sería el resultado. <>
Pero Cutillas también denuncia la inaudita negativa del presidente del Banco Central de Grecia, , Yanis Sternaras, a facilitar la información solicitada por el Parlamento amparándose en una cláusula de confidencialidad dentro del marco de la ley bancaria europea. Lo que supone anteponer los intereses de las entidades financieras a la soberanía popular representada por la Asamblea Nacional. El resultado, explica el investigador, es que <> Y ahí Cutillas hace un inciso para explicar que el FEEF es una institución privada creada en Luxemburgo bajo la ley británica, vulnera normas del Tratado de la UE, emite deuda con garantías de los Estados socios y tiene una condición crediticia artificial, emitida por las agencias del rating que le otorgan la máxima calificación, gracias a lo cual sus activos no tienen ningún riesgo por lo que es refugio de especuladores. <>, pero gracias a su descubrimiento por parte del Comité está información se ha convertido en <>
Los argumentos legales son rigurosos, y el informe publicado evidencia que se han vulnerado muchos artículos del Tratado de la UE o de las propias instituciones que participaron en el fraude de la deuda. Lo que deja claro que quien tiene el poder no tiene ningún problema en romper las normas.
Miguel Urbán, eurodiputado de Podemos, presente en la Segunda jornada pese a no integrar la Comisión Parlamentaria, considera que el informe presentado es <>.
Al tiempo recuerda que paralelamente al proceso griego < Por último, el eurodiputado considera que hay muchas implicaciones de este comité en el Estado español, <>
https://www.dropbox.com/s/152bmu4a5jv9lea/Report.pdf?dl=0
http://www.auditamosgrecia.org/es/nota-de-prensa-la-auditoria-de-deuda-en-grecia-establece-las-bases-para-la-suspension-de-pagos-de-la-deuda-soberana-griega/
submitted by qryq to podemos [link] [comments]


2015.01.17 10:14 FRIMO1962 El destino ligado de Bárcenas, Correa... y Ana Mato

El destino ligado de Bárcenas, Correa... y Ana Mato El extesorero del PP, el empresario y la exministra de Sanidad, señalados por la fiscalía
La fiscalía pide 125 años de cárcel para Correa y 42 para Bárcenas por Gürtel 
El escrito de conclusiones que la Fiscalía Anticorrupción ha presentado este viernes sobre el caso de corrupción más destacado de la historia reciente incluye a tres personajes: Francisco Correa, Luis Bárcenas y Ana Mato. Las mordidas del extesorero
Enriquecimiento ilegal y tráfico de influencias
El extesorero del PP Luis Bárcenas en Audiencia Nacional. / Cristóbal Manuel
Luis Bárcenas llegó a tener en dos bancos suizos unos ahorros de casi 50 millones de euros. La investigación ha acreditado a través de distintas comisiones rogatorias a Suiza que el extesorero del PP ingresó durante más de 15 años hasta 10 millones en efectivo en los bancos Dresdner y Lombard Odier de Suiza. Este dinero lo invirtió en acciones de empresas españolas cuyo valor se triplicó entre 2000 y 2007.
La Fiscalía Anticorrupción sostiene en su escrito de acusación, en el que pide 42,5 años de cárcel para Bárcenas, que desde “al menos el año 2000”, el extesorero del PP “desarrolló otras actividades dirigidas a enriquecerse de modo ilícito mediante el cobro de comisiones derivadas de distintas labores de intermediación en el ámbito de la contratación pública y mediante la apropiación de fondos del PP, cuya administración tenía encomendada como gerente nacional”.
“Se sirvió del ascendiente que tenía sobre algunos responsables públicos del PP para favorecer las adjudicaciones públicas a determinadas empresas a las que cobraba la correspondiente comisión y que sólo han podido ser identificadas parcialmente”. La fiscalía cita el cobro de comisiones ilegales por las obras de dos carreteras en Burgos y León; y un centro de tratamiento de residuos en Salamanca, además de otras comisiones cobradas a la empresa Ros Roca por supuestos favores.
Con el dinero que obtenía de sus labores de intermediación y su gestión de la caja b del PP, Bárcenas montó un “entramado financiero constituido en entidades bancarias suizas a través del cual invirtió el dinero conseguido de manera ilícita en distintos valores y productos financieros”.
Anticorrupción destaca que Bárcenas intentó dar una apariencia lícita a sus ingresos al reflejarlos “en las correspondientes declaraciones tributarias como ganancias patrimoniales derivadas de operaciones de compraventa de obras de arte, pretexto que utilizó igualmente para ocultar otras rentas de su cónyuge así como para solicitar un crédito que sólo tenía por finalidad enmascarar la procedencia de sus fondos”.
La fiscalía recuerda que Bárcenas presentó en 2012, acogiéndose a la amnistía fiscal del Gobierno, declaraciones tributarias especiales inveraces e incompletas a nombre de dos de sus sociedades, omitiendo toda referencia a su verdadero titular y consignando sólo parcialmente los fondos generados de manera ilícita. La implicación del PP y Ana Mato
Pago de mordidas para mítines y viajes
La exministra de Sanidad Ana Mato en el pleno del Senado. / Uly Martín
El Partido Popular y la ex ministra de Sanidad, Ana Mato, son partícipes a título lucrativo de los delitos cometidos por ex dirigentes de la formación de los que se aprovecharon a través de mítines de la formación conservadora pagados con mordidas de la red Gürtel o de viajes y fiestas familiares de Mato financiados por el mismo sistema.
Correa ideó con distintos miembros de los ayuntamientos de Majadahonda y Pozuelo, ambos gobernados por el PP, un plan cuyo objeto era la apropiación de fondos de las entidades públicas de esos municipios y la recaudación de comisiones a cuenta de la concesión de contratos en cuya tramitación intervenían los alcaldes de estas localidades, según el relato del fiscal. Estos fondos y comisiones se destinaron en parte a su entrega a cargos del PP en esos ayuntamientos y en parte a sufragar mítines electorales de la formación conservadora.
A través de la contabilidad paralela de la red Gürtel, la investigación judicial acreditó la existencia de cuentas especiales para el pago de las comisiones ilegales destinadas a sobornar a los alcaldes del PP, a abonar actos electorales de esa formación política, y a regalar viajes a la exministra de Sanidad, Ana Mato, entonces casada con Jesús Sepúlveda, que fue alcalde de Pozuelo de Alarcón, municipio donde la red Gürtel recibió múltiples contratos amañados.
La Fiscalía Anticorrupción asume en su relato las conclusiones del juez Pablo Ruz, que consideró tanto al PP como a Ana Mato responsables a título lucrativo de los delitos cometidos por los dirigentes municipales en sus tratos con la red que dirigía Francisco Correa.
Mientras al Partido Popular le solicita 245.490 euros por los actos electorales ocultados al Tribunal de Cuentas y sufragados por la red corrupta como pago por los contratos adjudicados en Majadahonda y Pozuelo de Alarcón, a la ex ministra de Sanidad le pide 28.467 euros, coste de los billetes de avión, alojamiento en hoteles, y fiestas familiares de las que disfrutó durante su matrimonio con Jesús Sepúlveda, para el que la Fiscalía Anticorrupción pide 11,7 años de cárcel y una multa de 1,84 millones de euros. El líder de la trama de corrupción
Aguirre, testigo de los negocios de Correa
Francisco Correa llega a la Audiencia Nacional en marzo pasado. / Uly Martín
Francisco Correa Sánchez inició su aventura empresarial con una pequeña agencia de viajes que se especializó en los desplazamientos de los dirigentes del PP. Ese primer contacto con el partido que aspiraba a gobernar España le llevó a establecer relaciones con innumerables dirigentes conservadores y a convertirse en el empresario que organizaba en exclusiva los actos del PP. En ese negocio conoció a alcaldes y consejeros autonómicos en toda España, a los que vendió su producto y con los que intermedió para favorecer adjudicaciones de suelo a otros empresarios amigos.
Donde tuvo más éxito fue en la Comunidad de Madrid durante el mandato de Esperanza Aguirre. Logró cientos de contratos públicos, la inmensa mayoría amañados, para organizar los actos de publicidad institucional que varias veces por semana presidía Aguirre. Uno de sus principales colaboradores, el consejero Alberto López Viejo, se encargaba de contratar a las empresas de Correa a cambio de una comisión ilegal del 10% del dinero facturado a la Comunidad de Madrid. La Fiscalía Anticorrupción pide 125 años de cárcel para Correa; y 46 años para el exconsejero Alberto López Viejo.
En el escrito de acusación, la fiscalía propone que se cite en el juicio oral como testigos a decenas de funcionarios de la Comunidad de Madrid que gestionaron los expedientes de los contratos adjudicados a la red Gürtel.
También solicita la presencia en el juicio como testigo de la ex presidenta regional Esperanza Aguirre, que durante cuatro años se subió cientos de veces a escenarios montados por la red Gürtel por los que su consejero de Deportes cobraba importantes cantidades de dinero que, según la investigación, ocultó en un banco suizo.
Aguirre ya ha mostrado su disposición a comparecer en ese juicio oral; también tuvo que declarar —lo hizo por escrito— durante la instrucción del juez Pablo Ruz. Aunque su Gobierno fue, con diferencia, el que más contratos adjudicó a la red corrupta, Aguirre aseguró que nunca tuvo la más mínima sospecha que detrás de los actos institucionales en los que ella participaba y que siempre organizaban las mismas personas pudieran esconderse prácticas corruptas.
submitted by FRIMO1962 to podemos [link] [comments]


LA MODERNIZACIÓN DEL REGISTRO CIVIL TRAERÁ GRANDES VENTAJAS PARA TODOS LOS POBLANOS‏ Idilio. Willie Colón (Letra) - YouTube Alejandro es detenido por cultivo ilícito  Lo que la vida ... Misa Gregoriana Romeo Santos - Hilito (Audio) - YouTube VIDEO 'CASAS DE CARTON' MARCO ANTONIO SOLIS - YouTube Dvicio - Justo Ahora (Video Oficial) - YouTube Padre Michael Rodríguez Se Necesita Humildad en la Santa Misa ✝️ La participación en la Misa Derecho Civil IV Extinción de las obligaciones y fuentes de las obligaciones

Versiculos Y Textos Biblicos Sobre Sexo

  1. LA MODERNIZACIÓN DEL REGISTRO CIVIL TRAERÁ GRANDES VENTAJAS PARA TODOS LOS POBLANOS‏
  2. Idilio. Willie Colón (Letra) - YouTube
  3. Alejandro es detenido por cultivo ilícito Lo que la vida ...
  4. Misa Gregoriana
  5. Romeo Santos - Hilito (Audio) - YouTube
  6. VIDEO 'CASAS DE CARTON' MARCO ANTONIO SOLIS - YouTube
  7. Dvicio - Justo Ahora (Video Oficial) - YouTube
  8. Padre Michael Rodríguez Se Necesita Humildad en la Santa Misa ✝️ La participación en la Misa
  9. Derecho Civil IV Extinción de las obligaciones y fuentes de las obligaciones

En este sermón, el P. Rodríguez continúa desarrollando el tema del domingo previo. Nos urge siempre tener en nuestros corazones los mismos sentimiento que Jesucristo tuvo en el suyo. Citando la ... Music video by Romeo Santos performing Hilito. (C) 2014 Sony Music Entertainment US Latin LLC Follow Romeo Santos Website: http://www.romeosantosonline.com/g... ' IDILIO ' excelente tema musical que apareció en el año 1993 en el álbum 'Hecho en Puerto Rico' interpretado por Willie Colón junto a Ángel 'Cucco' Peña. Di... Dvicio official music video for Justo Ahora As featured on Justo Ahora y Siempre. Click to buy album or listen on via: http://smarturl.it/DvicioJustoAhora Mo... 🚫 ¿Es ilícito asistir a la Misa Tridentina? 🛐 Mitos sobre la Forma Extraordinaria de la Misa - Duration: 33:06. Conoce Ama Y Vive Tu Fe Recommended for you 33:06 Alejandro y Montserrat realizan una fiesta por el bautizo del pequeño Laurito y aprovechan la ocasión para casarse. Pero todo se ve entorpecido cuando José L... La Pobreza en El Salvador alcanzo limites sorprendentes, cuando aun no se había terminada de subir este vídeo mas de 4,000 niños y adultos no tenían nada en ... Fuentes de las obligaciones: El contrato. La gestión de negocios. ... Enriquecimiento sin causa. ... Hecho ilícito Extinción de las obligaciones Novación, compensación y prescripción. Frente a los cuestionamientos que se han formulado en la prestación de los servicios del Registro Civil, la Secretaría General de Gobierno (SGG) informa que: 1. Los lineamientos emitidos el 11 ...